Alarmado com a onda de manifestações nas maiores cidades do país, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, pode ainda estar em dúvida sobre se o Brasil foi mesmo a melhor escolha para sediar a Copa do Mundo de 2014. Para seu principal auxiliar, no entanto, os protestos não mudam nenhum aspecto da preparação da entidade para o ano que vem. De acordo com o secretário-geral Jérôme Valcke, as manifestações não preocupam nem motivam nenhum tipo de precaução específica entre os organizadores. Em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, ele disse que os protestos, em sua maioria, são "pacíficos", e que a Fifa não pedirá ao governo um reforço no esquema de segurança planejado para o Mundial. "Podem ocorrer manifestações, talvez em escala diferente que na Copa das Confederações. Mas trabalharemos para que nada disso afete os jogadores e torcedores."
