Um pico nunca antes 'surfado', em pleno alto mar, com correnteza de cansar qualquer braço. Seria uma condição nada ideal, não fossem a coragem e a vontade de 17 surfistas em desbravar um novo local para se aventurar no mar do Ceará.
O grupo viajou cerca de meia hora de barco, até aproximadamente cinco quilômetros distante da costa, na tentativa de comprovar o que suspeitavam apenas de longe.
- Eu sempre vi quebrando uma onda lá e tinha muita vontade de ir. Como não tinha condição de ir, fui em outros picos, outros 'outsides', que a gente chama - explica Marcelo Bibita, uma das maiores referências do surf cearense.
Os 'outsides' são picos descobertos em alto mar, longe da beira da praia e Bibita foi quem organizou a expedição do grupo, na praia do Mucuripe, em Fortaleza. Era, mais do que qualquer coisa, a realização do sonho do surfista de 48 anos.
- Eu acho que todo mundo que chega nessa terra quer plantar uma árvore, ter um filho, escrever um livro, quer fazer alguma coisa. O filho eu já tenho, o livro eu tô escrevendo e a árvore já plantei. Então agora vou deixar um legado que é um pico para a rapazeada surfar. Essa é minha intenção, mostrar que ali é possível surfar - afirma Bibita.
A medida em que a visão do barco transformava os prédios em miniaturas, a concentração e a ansiedade dos surfistas aumentavam. Mesmo aos profissionais, com experiência em ondas gigantes mundo a fora, o desconhecido sempre é um risco. Apesar disso, após o barco ser ancorado, pularam na água sem pensar duas vezes. E sofreram para enfrentar a correnteza. Mas vibraram com que o que encontraram pela frente.
- Fazia tempo que a gente estava esperando algo do tipo pra poder experimentar uma onda dessa. É um fundo de pedras que tem aqui. A ondulação bate (nas pedras) e forma onda parecido com a de beira de praia, mas me surpreendi bastante. Tô acostumado com alguns fundos de pedras do Rio de Janeiro e alguns outros que a gente desbravou, mas aqui a força da onda é bastante satisfatória - explica o presidente da Federação Cearense de Bodyboard, Tom de Andrade.
As ondas de cerca de dois metros - que eles comparam às de Saquarema, no Rio de Janeiro - agradaram, embora alguns 'caldos' tenham derrubado alguns surfistas.
- A onda fica muito forte e tinha um tamanho muito grande. Mas todo mundo pegou altas ondas - relata Ícaro Lopes.
O grupo viajou cerca de meia hora de barco, até aproximadamente cinco quilômetros distante da costa, na tentativa de comprovar o que suspeitavam apenas de longe.
- Eu sempre vi quebrando uma onda lá e tinha muita vontade de ir. Como não tinha condição de ir, fui em outros picos, outros 'outsides', que a gente chama - explica Marcelo Bibita, uma das maiores referências do surf cearense.
Os 'outsides' são picos descobertos em alto mar, longe da beira da praia e Bibita foi quem organizou a expedição do grupo, na praia do Mucuripe, em Fortaleza. Era, mais do que qualquer coisa, a realização do sonho do surfista de 48 anos.
- Eu acho que todo mundo que chega nessa terra quer plantar uma árvore, ter um filho, escrever um livro, quer fazer alguma coisa. O filho eu já tenho, o livro eu tô escrevendo e a árvore já plantei. Então agora vou deixar um legado que é um pico para a rapazeada surfar. Essa é minha intenção, mostrar que ali é possível surfar - afirma Bibita.
A medida em que a visão do barco transformava os prédios em miniaturas, a concentração e a ansiedade dos surfistas aumentavam. Mesmo aos profissionais, com experiência em ondas gigantes mundo a fora, o desconhecido sempre é um risco. Apesar disso, após o barco ser ancorado, pularam na água sem pensar duas vezes. E sofreram para enfrentar a correnteza. Mas vibraram com que o que encontraram pela frente.
- Fazia tempo que a gente estava esperando algo do tipo pra poder experimentar uma onda dessa. É um fundo de pedras que tem aqui. A ondulação bate (nas pedras) e forma onda parecido com a de beira de praia, mas me surpreendi bastante. Tô acostumado com alguns fundos de pedras do Rio de Janeiro e alguns outros que a gente desbravou, mas aqui a força da onda é bastante satisfatória - explica o presidente da Federação Cearense de Bodyboard, Tom de Andrade.
As ondas de cerca de dois metros - que eles comparam às de Saquarema, no Rio de Janeiro - agradaram, embora alguns 'caldos' tenham derrubado alguns surfistas.
- A onda fica muito forte e tinha um tamanho muito grande. Mas todo mundo pegou altas ondas - relata Ícaro Lopes.

