sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Surfistas descobrem e batizam pico em alto mar no Ceará

Um pico nunca antes 'surfado', em pleno alto mar, com correnteza de cansar qualquer braço. Seria uma condição nada ideal, não fossem a coragem e a vontade de 17 surfistas em desbravar um novo local para se aventurar no mar do Ceará.

O grupo viajou cerca de meia hora de barco, até aproximadamente cinco quilômetros distante da costa, na tentativa de comprovar o que suspeitavam apenas de longe.

- Eu sempre vi quebrando uma onda lá e tinha muita vontade de ir. Como não tinha condição de ir, fui em outros picos, outros 'outsides', que a gente chama - explica Marcelo Bibita, uma das maiores referências do surf cearense. 
Os 'outsides' são picos descobertos em alto mar, longe da beira da praia e Bibita foi quem organizou a expedição do grupo, na praia do Mucuripe, em Fortaleza. Era, mais do que qualquer coisa, a realização do sonho do surfista de 48 anos.

- Eu acho que todo mundo que chega nessa terra quer plantar uma árvore, ter um filho, escrever um livro, quer fazer alguma coisa. O filho eu já tenho, o livro eu tô escrevendo e a árvore já plantei. Então agora vou deixar um legado que é um pico para a rapazeada surfar. Essa é minha intenção, mostrar que ali é possível surfar - afirma Bibita.

A medida em que a visão do barco transformava os prédios em miniaturas, a concentração e a ansiedade dos surfistas aumentavam. Mesmo aos profissionais, com experiência em ondas gigantes mundo a fora, o desconhecido sempre é um risco. Apesar disso, após o barco ser ancorado, pularam na água sem pensar duas vezes. E sofreram para enfrentar a correnteza. Mas vibraram com que o que encontraram pela frente.
- Fazia tempo que a gente estava esperando algo do tipo pra poder experimentar uma onda dessa. É um fundo de pedras que tem aqui. A ondulação bate (nas pedras) e forma onda parecido com a de beira de praia, mas me surpreendi bastante. Tô acostumado com alguns fundos de pedras do Rio de Janeiro e alguns outros que a gente desbravou, mas aqui a força da onda é bastante satisfatória - explica o presidente da Federação Cearense de Bodyboard, Tom de Andrade.

As ondas de cerca de dois metros - que eles comparam às de Saquarema, no Rio de Janeiro - agradaram, embora alguns 'caldos' tenham derrubado alguns surfistas.

- A onda fica muito forte e tinha um tamanho muito grande. Mas todo mundo pegou altas ondas - relata Ícaro Lopes.

Para o técnico do Barça, estilo de Neymar atrai a violência. Tata Martino aconselha o brasileiro a evitar provocar marcadores na Espanha.

O técnico do Barcelona, o argentino Gerardo "Tata" Martino, afirmou nesta sexta-feira que o atacante Neymar tem um estilo de jogo que irrita os rivais e atrai jogadas violentas por parte dos marcadores. Segundo Martino, o repertório do brasileiro, esse repertório cheio de dribles ousados e provocações deve ser usado de forma inteligente para evitar que o atleta se machuque. O argentino diz estar contente com a evolução do brasileiro e acha que ele está aprendendo como evitar ser caçado pelos adversários. "Falamos com ele quando chegou. Acho que ele está melhorando com relação a isso, sobretudo na hora de evitar o que pode ser evitado. Mas algumas vezes são situações de jogo", afirmou o treinador em relação aos lances que tiram os zagueiros do sério.

Fifa descarta cobrar reforço na segurança contra protestos. Depois de crítica de Blatter, Valcke afirma que o assunto é de responsabilidade do governo - e garante que não teme que manifestações atrapalhem o Mundial.

Alarmado com a onda de manifestações nas maiores cidades do país, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, pode ainda estar em dúvida sobre se o Brasil foi mesmo a melhor escolha para sediar a Copa do Mundo de 2014. Para seu principal auxiliar, no entanto, os protestos não mudam nenhum aspecto da preparação da entidade para o ano que vem. De acordo com o secretário-geral Jérôme Valcke, as manifestações não preocupam nem motivam nenhum tipo de precaução específica entre os organizadores. Em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, ele disse que os protestos, em sua maioria, são "pacíficos", e que a Fifa não pedirá ao governo um reforço no esquema de segurança planejado para o Mundial. "Podem ocorrer manifestações, talvez em escala diferente que na Copa das Confederações. Mas trabalharemos para que nada disso afete os jogadores e torcedores."